Estudos clínicos sobre o MAGICRAMP e os efeitos da eletricidade estática em várias patologias.

Sumário:

1. O estudo clínico que comprovou a eficácia do MAGICRAMP em 84,6 % dos casos
2. Outros estudos interessantes realizados sobre o MAGICRAMP
3. Novos estudos previstos sobre as dores de crescimento das crianças, as cólicas menstruais da dismenorreia, as pernas inquietas, a proctalgia fugaz (câimbras no ânus)

1. O estudo clínico que comprovou a eficácia do MAGICRAMP em 84,6 % dos casos.

Em 2023, um estudo clínico* randomizado em duplo cego com placebo, comprovou a eficácia do MAGICRAMP em 84,6 % dos casos contra as câimbras.

*Neto, S. , Siman, H. and Queiroz, G. (2024)
Evaluation of the Efficiency of the Magicramp® Device for Reducing Cramps Resulting from Oncological Treatments: “Double-Blind, Randomized Clinical Trial”.
Open Journal of Preventive Medicine, 14, 110-130. http://dx.doi.org/10.4236/ojpm.2024.145009

Como foi realizado o estudo?
O estudo clínico foi realizado no Hospital Araujo Jorge em Goiânia sobre 30 mulheres que passaram por quimioterapia contra um câncer de mama. Elas foram divididas em dois grupos: um com o MAGICRAMP verdadeiro, o outro com um placebo. Nem os pacientes, nem os pesquisadores sabiam quais eram verdadeiros ou placebos. Cada pessoa usou o MAGICRAMP (ou o placebo) para duas semanas em casa. Depois, responderam para um questionário sobre os efeitos constatados.

Por que em um hospital de tratamento do câncer?
As câimbras devidas à quimioterapia são as mais fortes que existem.
Veja por exemplo esse depoimento:

Importância de eliminar as câimbras depois de uma quimioterapia.
Depois de uma quimioterapia, os pacientes estão muito cansados. Eles precisam de dormir muito para se recuperar. Mas se eles sofrem de câimbras muito fortes (as vezes durante horas cada noite…), eles não podem recuperar e as defesas imunitárias ficam muito baixas. As consequências são muito ruins: muitas pessoas estão em estado de depressão, ou sem energia, e a esperança de sobrevivência fica péssima.

Ao contrário, se a pessoa dorme bem (= sem mais câimbras), ela vai se recuperar com mais facilidade, e vai guardar um moral muito melhor. A esperança de sobrevivência depois do câncer vai ser bem melhor.

O que foi demonstrado pelo esse estudo?
Além da eficácia espetacular do MAGICRAMP, esse estudo demonstrou bem que a causa essencial do desencadeamento das câimbras é um excesso de eletricidade estática.

Para resumir, as causas secundárias das câimbras (a idade, a falta de magnésio, potássio, cálcio, vitamina B5, B6, B9, B12, alguns remédios, algumas doenças) não são diretamente responsáveis do surgimento das câimbras, mas elas causam um desequilíbrio iônico local (excesso de íons positivos) que gera uma fonte de eletricidade estática. Essa eletricidade estática parasita se acumula durante o dia, e descarga durante a noite, provocando uma contração em um (ou diversos) musculo(s). Isso é a câimbra. Isso foi a coisa mais importante que foi comprovada pelo estudo. O processo de desencadeamento das câimbras noturnas (mais frequentes na panturrilha) é igual nessas patologias:

      • A proctalgia fugaz (câimbras horríveis no ânus): o esfíncter do ânus é um musculo esquelético estriado como a panturrilha, e ele também pode ser atingido pelas câimbras.
      • As dores de crescimento das crianças que surgem entre 2 e 4 anos de idade: essas dores podem acontecer na panturrilha, mas também no joelho, no tíbia ou no pé, não são dores do osso, mas são dores musculares, como as câimbras. O joelho, o pé ou o tíbia são cobertos por músculos bem finos (que se chamam simplesmente “músculos finos”). São esses músculos que podem estar alvo de contrações ou câimbras musculares. Então, essas dores de crescimento não passam de “câimbras infantis”. NB: dores no pé que surgem em crianças esportistas entre 7 e 9 anos, não são de crescimento musculares, mas podem ser uma doença d’Osgood-Schlatter ou uma doença de Sever. O tratamento nesse caso é para o esporte para alguns meses, e consultar em urgência um Médico do Esporte.
      • As cólicas menstruais da dismenorreia (não dá endometriose, o que é completamente diferente): essas dores são da contração (=câimbras) do útero. Então, elas são “câimbras uterinas”.
      • As contrações precoces em mulheres grávidas, que causam 70% dos 340 nascimentos prematuros por ano no Brasil.

          2. Outros estudos interessantes que foram realizados sobre o MAGICRAMP.

          • A intolerância ao frio das pessoas com SPP (Síndrome Pós Pólio): cerca de 25% das pessoas sobreviventes dessa terrível doença (que mata 50% das crianças afetadas entre 5 e 10 anos) desenvolvem o chamado “síndrome pós-pólio” (SPP), que se manifesta principalmente por dores musculares permanentes, e também por uma forte intolerância ao frio nos pés durante a noite. Muitas pessoas afetadas dormem com duas meias e ainda sentem frio nos pés.

          Dois estudos foram então realizados com o MAGICRAMP:

          • Em 2017, um primeiro estudo na UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), foi realizado em termofotografia com pessoas portadoras de SPP, demonstrou que ao neutralizar a eletricidade estática dos pés com o MAGICRAMP, a temperatura dos pés aumentava significativamente. No entanto, em uma pessoa não afetada pelo SPP, essa temperatura não aumenta. Os resultados foram apresentados no Congresso Nacional de Neurologia de São Paulo, e no Symposium International da MND – Motor Neuron Disease Association sobre as Doenças Raras, em Boston (Estados Unidos)

              • Um segundo estudo clínico (com 30 pessoas com SPP, divididas em dois grupos) randomizado, em duplo-cego com placebo, confirmou esses resultados de forma espetacular.

                *Monalisa Pereira Motta, Katia Maria Campos, ¹Abrahão Joviniano Quadros, Acary Souza Bulle Oliveira, Francis Meire Favero, Vagner Rogério dos Santos – Redução de cargas iônicas na intolerância ao frio em pacientes com síndrome pós poliomielite

                Acessar o estudo clínico

                    • Um terceiro estudo clínico* (com 30 pessoas divididas em dois grupos) randomizado, em duplo-cego com placebo, foi realizado em pessoas com dores musculares permanentes muito fortes (câimbras e outras dores). Os resultados são bons, mas difíceis de decifrar, pois não se sabe ao certo se as dores eram verdadeiras câimbras ou outras dores musculares. Além disso, essas pessoas tomavam analgésicos continuamente. Portanto, esse estudo não pode ser considerado como prova de eficácia total. Veja os detalhes desses estudos abaixo. Outros estudos estavam programados, mas foram interrompidos no início de 2020 devido à Covid.

                      * Leticia S. Ferreira, Monalisa P. Motta, Aline S. Helou, Leslie A. Portes, Francis M. Fávero, Acary S.B. Oliveira, Vagner R. dos Santos – Estudo sobre a tecnologia de redução de cargas iônicas (cargas estáticas) no corpo humano – Editorarevistas.MacKenzie v. 19 n. 2 (2019).

                          Para 2024, estamos também preparando um estudo clínico sobre o SJSR (Síndrome das Pernas Inquietas), sobre a dismenorreia (dores menstruais muito fortes) em meninas/mulheres, sobre as dores de crescimento em crianças…

                          Veja mais abaixo.

                            Estudos anteriores

                            A descoberta do Dr. Luigi GALVANI no século XVIII. 1781: Bolonha (Itália), o médico e físico Luigi GALVANI descobre que a eletricidade estática é capaz de desencadear contrações musculares involuntárias (câimbras) em uma rã em dissecção.

                              GALVANI, Luigi (1737-1798). De viribus electricitatis in motu musculari commentarius. [Em: De Bononiensi Scientiarum et Artium Instituto atque Academia Commentarii, vol. VII, pp. 363-418]. Bolonha: Typographia Instituti Scientiarum, 1791.

                                  Outros estudos no século XX

                                  Diversos estudos demonstrando os benefícios da neutralização da eletricidade estática na saúde em geral. No século XX, vários estudos demonstraram os perigos da eletricidade estática para a saúde e os efeitos benéficos de sua neutralização. Aqui estão alguns deles: [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10] [11] [12] [13] [14] [15].

                                    Testes e estudos em preparação sobre o MAGICRAMP em 2024-2025.

                                    • Estudo clínico duplo-cego com placebo utilizando o MAGICRAMP em pessoas que sofrem da síndrome das pernas inquietas (SJSR).

                                     

                                    • Estudo clínico duplo-cego com placebo utilizando o MAGICRAMP em mulheres (principalmente adolescentes de 13 a 20 anos) que sofrem de dismenorreia (não endometriose) muito intensa.

                                     

                                    • Estudo clínico duplo-cego com placebo utilizando o MAGICRAMP em crianças de 3 a 7 anos, que sofrem de dores de crescimento (câimbras infantis) pelo menos uma vez por semana.

                                    Fontes:

                                    Earthing: Health Implications of Reconnecting the Human Body to the Earth’s Surface Electrons.
                                    1. Hindawi Publishing Corporation Journal of Environmental and Public Health Vol. 2012, Art. ID 291541, 8 Pages Doi:10.1155/ 2012/2915 Grounding The Human Body Improves Facial Blood Flow Regulation: Results of a Randomized, Placebo Controlled Pilot Study
                                    2. Journal of Cosmetics, Dermatological Sciences and Applications, 2014, 4, 293-308 Published Online Dec. 2014 In Scires. http://www.scirp.org/journal/jcdsa. The Effects of Grounding (Earthing) on in Ammation, the Immune Response, Wound Healing, and Prevention and Treatment of Chronic Inflammatory and Autoimmune Diseases
                                    3. Journal of Inflamatifon Research 2015:883-96. The Biologic Effects of Grounding the Human Body During Sleep as Measured by Cortisol Levels and Subjective Reporting of Sleep, Pain and Stress
                                    4. The Journal of Alternative and Complementary Medicine Vol. 10, Number 5, 2004, Pp. 767–776. Grounding Human Health – A Review
                                    5. Journal of Physics: Conference Series 301 (2011) 012024 Doi:10.1088/1742-6596/301/1/012024. Grounding the Human Body to Earth Reduces Chronic Inflammation and Related Chronic Pain
                                    6. A. Clinton Ober ESD Journal, July 14, 2003. Grounding the human Body to Neutralize Bioelectricl Stress from Static Electricity and EMFS
                                    7. ESD Journal January, 2000 http://www.esdjournal.com/articles/cober/. Behavior of Ion Channels Controlled by Electric Potential Difference and Of Toll-Type Receptors in Neuropathic Pain Pathophysiology
                                    8. Rev Dor. São Paulo, 2016;17(Suppl 1):S43-5. Biophysics of Earthing (Grounding) the Human Body
                                    9. James L. Oschman*1 Gaetan Chevalier, and A. Clinton Ober Pilot Study on the Effect of Grounding on Delayed-Onset Muscle Soreness
                                    10. The Journal of Alternative and Complementary Medicine Volume 16, Number 3, 2010, Pp. 265–273 ª Mary Ann Liebert, Inc. DOI: 10.1089=Acm.2009.0399. The early History of Electrodermal Research
                                    11. Psychophysiology Vol 6 N 4. The Effect Of Earthing (Grounding) On Human Physiology
                                    12. Chevalier G, Mori K, Oschman, JL. “The Effect Of Earthing (Grounding) On Human Physiology.” European Biology And Bioelectromagnetics Jan 31, 2006; 600 -621. The Effect of Earthing on Human Physiology PART 2: Electrodermal Measurements
                                    13. Subtle Energies & Energy Medicine • Volume 18 • Number 3. The Effectiveness Of A Conductive Patch And A Conductive Bed Pad In Reducing Induced Human Body Voltage Via The Application Of Earth Ground
                                    14. European Biology And Bioelectromagnetics 2005; 1: 23–40. The Responses Of Cells To Electrical Fields: A Review
                                    15. The Journal of Cell Biology • Vol. 101 Dec. 1985 2023-2027

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